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domingo, 14 de setembro de 2008

Lá vem segunda

Domingo normal, almoçar fora, preparar aula, monte de prova pra corrigir, mas dei conta fechei meus pacotes...
Meio estressada por não poder , direito o findi, mas vai lá, ossos do ofício!!!
E lá vem a segunda, de novo, vai começar tudo de novo ngm merece, bem q a semana podia começar na terça e terminar na quinta, né... Tenho saudade do tempo que não tinha tanta preocupação, aproveitem bem o tempo despreocupado de vocês, porque depois quando a gente toma as rédeas da própria vida, é tanta coisa pra pagar, pra resolver, pra fazer, que dá até um desãnimo na gente, kkkkk...
Até amanhã crianças, bjuuu
Poesia do Cara que me ensinou a ser poeta:

Agora uma minha:

Letras
Olha a letra, sozinha nada,

junta, mãos dadas: PALAVRA.

Olha a palavra, sozinha: solitária,

junta: PERÍODO.

Olha o período, sozinho: retalho,

junto: PARÁGRAFO.

Olha o parágrafo, sozinho: trecho,

junto: LIVRO.

Olha o livro, sozinho: ilha,

Nas mãos: VIAGEM.



quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Hoje




Até que o dia foi bom, sem muitos sobressaltos, trabalho e mais trabalho, correção e tale e coisa...
Os meninos colaboraram legal com a aula de revisão, depois de alguns gritos básicos... CALA A BOCA!!!! Mas normal, hj foi bem a coisa!!!
Aproxima-se meu aniversário e eu vou ficando meio Down como todo ano, setembro não é um mês legal pra, já não era, depois de 2001 ficou pior ainda!!!
Não gosto muito de aniversário, do meu em especial, mas tá tudo bem...
E a vida vai seguindo assim...
bjuuuu, molecada....

Mais poesia, mais poesia, Soneto de Augusto do Anjos, esse cara é demais!!! Vocês adolescentes, leiam~, vão amá-lo...

A dor - Augusto dos Anjos

Chama-se a Dor, e quando passa, enluta
E todo mundo que por ela passa
Há de beber a taça da cicuta
E há de beber até o fim da taça!

Há de beber, enxuto o olhar, enxuta
A face, e o travo há de sentir, e a ameaça
Amarga dessa desgraçada fruta
Que é a fruta amargosa da Desgraça!

E quando o mundo todo paralisa
E quando a multidão toda agoniza,
Ela, inda altiva, ela, inda o olhar sereno

De agonizante multidão rodeada,
Derrama em cada boca envenenada
Mais uma gota do fatal veneno!